Me dá mais um desse abraço que eu não saio mais daqui. Diz de novo aquilo que foi que eu nem me lembro que falei e que foi excelente. E aí eu fico um pouco mais. É fácil porque é bom, ou é bom porque é bem fácil? Gosto da solidão infinita de quando há alguém por perto. A presença que confirma a regra. Eu sei que não passa disso, eu sei que nada é de verdade, mas é bem legal parecer, mais do que a chatice de ser algo que depois vai cansar e se espalhar, dar pau, quebrar.
Aquilo que eu falei e sério, se caso houver uma mudança de planos e tiver aí uma vontade de dar um tempo em tudo. Eu penso em ir para bem longe, bem longe.
Devo ter uma gastrite em curso e logo vão vir consertar o que foi danificado para que a luz volte em todo o maldito quarteirão. Os fantasmas estão me esperando lá na sala, mas eu tenho preguiça e muita azia. Eu vou esperar acordada, por via das dúvidas. Essa dor de estômago me matando deve servir para alguma coisa. E amanhã eu quero que faça sol. Por fazer só. Fiz a besteira de passar esse troço nada a ver no olho, e agora como eu vou tirar? É verdade que ficou bem bonito, mas amanhã vão achar que tomei um soco.
E sabe que hoje me deu um branco de quantos anos eu tinha, tive que pensar e fazer as contas da data de nascimento. Muita distração ou eu acho que não sou desse mundo mesmo. Porque demorou um tempo para sair o cálculo dos vinte e cassetada anos. Acho que é a mania de deixar para depois esse troço de pensar, pode ser . Eu também tive um sonho péssimo ontem, é. Muito trabalho e todo esse mundo de coisa acontecendo, isso deve dar pesadelo, né?
domingo, 11 de janeiro de 2009
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