quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

E foi assim que. Esquece

São várias coisas não-reveladas que de repente vem à tona em uma mesa de um e meio por um e meio. Sem querer pensar demais, não tenho outra chance, senão pensar bem pouquinho. Mas numa conversa banal eu descubro o que eu mais quero no mundo, sendo que no final, não é quase nada diferente do que eu já tenho. É no automático que vejo que não há dia mais feliz do que hoje, nem futuro mais brilhante do que daqui dez minutos, que é quando a minha imaginação alcança. De ter um lugar meu nesse mundo tão estranho, ou pelo menos enxergar algum espaço ocupado pelos meus 120 kg de neurose, frio na espinha, sorrisos, covinhas. Apenas gostaria de saber o paradeiro daquelas pessoas que me fizeram chegar aqui, mas isso é quase nada. Até porque não faz diferença e é ansiedade. Não pode, é mal. Inclusive o que eu realmente queria dizer é que passado já passou. De novo.

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