quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O bom e velho céu azul

Uma carga a deslocar
o vento.
Passou um e mais mil anos.
O que fazer com o não sentir de uma folha em branco que me olha torto e desafia?
É preciso sofrer então.
De ficar sozinha pra sempre, até parece. Nem.
Apenas espero o próximo gole, assim mesmo.
Música, dia, eles, verão.
Fim e depois tudo de novo bem feliz só.


Eles vivem entre os fatos duros da vida, a realidade, como a chamam. É a realidade de um pântano e eles são como rãs que não têm coisa melhor a fazer senão coachar. Quanto mais coaxam, mais real a vida se torna. É como se o barômetro nunca mudasse, como se a bandeira estivesse sempre a meio-pau.

1 comentários:

Bia R. disse...

Coincidências que dão uma boa conversa de bar regada a cerveja. Isso fica pra 2009. Mas desta vez sem falta.