sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Não foi feito pra entender
O que te liberta e faz esse bem que é tão estranho, pobre e feio? Ainda vai você meter os pés pelas mãos, eu acho. Porque não dá para ser tão livre. Nem que o fim seja se agarrar no último instante, do último abismo. O que eu vou fazer com o meu neurótico, bonito e medíocre senão escondê-lo entre as dobras da camisa? Continuar a exercer a não-liberdade. E quem quiser que se contente com o que sobrar, paciência. Me faço entender apenas quando quero, fato. Quase nada eu pensei durante o dia exercendo a minha liberdade fake. E isto não é sequer um rascunho. Um dia após o outro e o mundo dá essa volta gigantesca. Eu deixaria para ter certeza já lá bem no fim. E não me importaria em não saber. At all. Essas perguntas que me faço são para me distrair só. Sabe como?
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2 comentários:
mensagem codificada, pessoal, intrasferível e íntima.
alguém tinha que comentar, ne?
procurar sem saber no que dará.
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